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sábado, 13 de abril de 2013

ALCANTARENSE ILUSTRE

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ALGUSTO OLÍMPIO GOMES DE CASTRO

Nasceu em Alcântara, cidade do Estado do maranhão, aos 7 de novembro de 1836, tendo sido seus pais, Januário Gomes de Castro e Ana Francisca Gomes de Castro. Feito os estudos primários, na sua cidade Natal, viajou Gomes de Castro, em 1853 para São Luis, matriculou-se no Liceu e, em 1856, concluiu o curso de Humanidades. Nascido na obscuridade, apesar de nobre de origem, teve Gomes de Castro para completar seus estudos secundários, de apelar para o emprego público.

Em 1857, matricula-se na Faculdade de Direito em Recife, onde se diplomou em 1861, depois de um curso brilhante e uma conduta acadêmica exemplar. Volta a Alcântara a 6 de março de 1862, sendo nomeado promotor público da Comarca de Alcântara, pelo Governador Antônio Manuel Campos Melo.

Foi demitido em 1864, pela imposição política da época, é que Gomes de Castro já militava no Partido Conservador, tendo o mesmo desposado a Srª Ana Rosa Viveiros de Castro, filha do Barão de São Bento, chefe daquele partido na província. 

Deixa a magistratura em virtude de sua exoneração e envereda-se pelo jornalismo, pela advocacia e pela política.

Ficou à frente dos jornais A SITUAÇÃO, 1864/1868, dirigindo O TEMPO 1878/1881, e depois O PAÍS, de 1882/1888.

Na política, figura o nome de Gomes de Castro pela primeira vez, em 1862, como deputado à Assembleia Legislativa Provinciana, mas, somente a partir de 1868 é que se torna acentuado nas fileiras do partido Conservador, que o elege deputado à Assembleia Geral Legislativa em 1867. 
Gomes de Castro, baixo, recatado, um dos olhos defeituosos, mas de um talento fora do comum todas as vezes que falava, empolgava o ânimo dos espectadores arrancava aplausos e comentários. Borbulhavam-lhe as frases dos lábios como de inesgotável manancial. Quase não fazia pausas, não lia, não compulsava apontamentos, não bebia água. Prolongava-se difuso no discurso, ora fervilhando, ora remoinhando. Consistia a postura predileta do orador em colocar a mão esquerda nas costas, gesticulando acentuadamente com a destra. Dicção cadenciada, pureza na articulação, possuindo do assunto, conseguindo, por isso, comover os ouvintes. Foi convidado muitas vezes para exercer altos cargos, mas, declinava sempre de tais honras, indicando ora um, ora outro colega, para alta posição política. Gomes de Castro faleceu a 31 de janeiro de 1909, na Capital da República.
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CRACK, UM PERIGO QUE RONDA NOSSOS JOVENS

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DO JEITO QUE A COISA VAI, ESTA DROGA DESGRAÇADA AINDA DEVE CAUSAR MUITOS ESTRAGOS, não é novidade para ninguém que ao cair da noite, ou no meio do dia mesmo, um monte de viciados estupefatos procuram seus traficantes preferido antes de se ocultarem por detrás do brilho revelador dos isqueiros.
Políticos e autoridades policiais concordam que o uso do crack é um problema crescente e que coloca o nosso município no imundo comércio internacional de drogas, mas ninguém faz absolutamente nada.

Efeitos colaterais do uso do crack 

Ao mesmo tempo em que cria uma sensação de alegria no usuário, o crack também deixa muitos efeitos significativos e potencialmente perigosos no corpo. As pessoas que o utilizam mesmo poucas vezes correm riscos de sofrer infarto, derrame, problemas respiratórios e problemas mentais sérios. 

Ao percorrer a corrente sanguínea, o crack primeiro deixa o usuário se sentindo energizado, mais alerta e mais sensível aos estímulos da visão, da audição e do tato. O ritmo cardíaco aumenta, as pupilas se dilatam e a pressão sanguínea e a temperatura sobem. O usuário pode começar, então, a sentir-se inquieto, ansioso e/ou irritado. Em grandes quantidades, o crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranoica e/ou fora da realidade. 

Devido aos efeitos no ritmo cardíaco e na respiração, o crack pode causar problemas cardíacos, parada respiratória, derrames ou infartos. Ele também pode afetar o trato digestivo, causando náusea, dor abdominal e perda de apetite. 

Se o crack for inalado com álcool, as duas substâncias podem se combinar no fígado e produzir uma substância química chamada coca etileno. Essa substância tóxica e potencialmente fatal produz um barato mais intenso que o crack sozinho, mas também aumenta ainda mais o ritmo cardíaco e a pressão arterial, levando a resultados letais.
CRESCE ASSUSTADORAMENTE A VENDA E O CONSUMO DE CRACK NO MUNICÍPIO DE ALCÂNTARA. No final do mês passado o serviço de inteligência das Polícias Civil e Militar que já vinha monitorando o movimento de uma dessas rotas que abastecem o município, obtiveram êxito ao fazerem uma apreensão de 1480 pedras de crack prontas para serem comercializadas (a maior apreensão da baixada maranhense). Na ocasião uma pessoa foi presa. 

A repressão policial na capital sob os traficantes está fazendo com que os mesmos migrem para o interior do Estado. Em Alcântara estão dominando até as pequenas comunidades e pondo em risco inúmeras famílias. Tá mais fácil encontrar uma pedra de crack do quê alimento na maioria dessas comunidades. 

O Governo do Estado garantiu esta semana que irá priorizar o combate ao tráfico dessa substância mortífera em todo o território maranhense.
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sábado, 6 de abril de 2013

ALCÂNTARA PATRIMÔNIO NACIONAL

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É preciso compreender que a invasão francesa acontece após a assinatura do Tratado de União Ibérica entre as coroas de Espanha e Portugal (1580), em razão de uma crise sucessória na dinastia de Avis no reino lusitano. Desencadeada pela falta de herdeiro direta ao trono do Rei Dom Sebastião, morto na batalha de Alcácer-Quibir. Apesar de significar a união entre os reinos envolvidos, na prática, Portugal é submetido às vontades da Espanha, situação que perdura até meados de 1640. No Brasil este fato repercute fortemente facilitando a penetração de luso-brasileiros no interior, além da linha de Tordesilhas, e desencadeando invasões do território da colônia por parte de nações inimigas da Espanha como forma de retalhação, o caso dos franceses no Maranhão.

Anexados à Espanha, os Portugueses promoveram uma guerra de reconquista em 1615, da qual saíram vitoriosos, retomando o domínio de São Luis. Havendo o domínio dos Tupinambás apoiados aos franceses, um grande massacre da etnia acontece, desmantelando a antiga Tapuitapera. Suas terras são então doadas ao português, Jerônimo de Albuquerque, originando a capitânia de Cumã e tendo por capital o Arraial de São Matias é elevada a vila passando a se chamar Santo Antônio de Alcântara.


Ergue-se a Casa de Câmara e Cadeia e o Pelourinho, estandartes da vigência da lei e da ordem, marcos simbólico do surgimento do Centro Histórico. Com a criação da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, em 1756, pelo Marquês de Pombal, desencadeou na vila um potente processo de desenvolvimento econômico. Com o uso massivo da mão de obra do negro africano escravizado. Alcântara se configura, entre a segunda metade do séc. XVIII e a primeira do séc. XIX, como importante ponto de produção e entre porto comercial de produtos da baixada maranhense com São Luis, momento em que o centro Histórico se configura aproximadamente como conhecemos hoje, com seus importantes sobrados e Igrejas. Entretanto, este período durou relativamente pouco, já a partir do início do séc. XIX, dava sinal de falência o sistema que sustentava a riqueza alcantarense. Muitos foram os motivos, a exemplo do aumento e desenvolvimento da produção de algodão – um dos pilares da economia local – nos Estados Unidos, ocasionando a queda do preço no Maranhão. Por fim, o fator decisivo de desarticulação da lógica socioeconômica da aristocracia rural seria a abolição da escravatura em 1888. É neste período que a conformação territorial se modifica completamente, aliada a um complexo processo de transformação ética e social que ainda hoje revela sua trajetória de arcabouço cultural que envolve o município, especialmente na zona rural, descendentes dos antigos aldeamentos de ex-escravos, isto é, suas comunidades quilombolas.

O séc. seguinte é regido pela inércia socioeconômica. O acesso à cidade se torna difícil e seu isolamento inevitável. Ainda assim, Alcântara se dinamiza na contra mão de sua bagagem cultural quando, no início da década de 80, se instala no município o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). O que poderia ser entendido como passaporte ao sonho do desenvolvimento transforma-se em pesadelo: a retirada sumária de comunidades quilombolas de seus locais seculares de morada, muitos deles sagrados, obedecendo à lei que desapropria para “fins de interesse nacional” a maior parte da área do municio para implantação do empreendimento militar. Passados 30 anos deste acontecimento, as cicatrizes deixadas no seio das práticas sociais e ecológicas das comunidades afetadas pela implantação do CLA são inerentes.
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AGORA É LEI

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Ver. PECO
Lei Municipal nº 391 de 08 de Novembro de 2012
Dispõe sobre a obrigatoriedade do fornecimento de protetor solar aos servidores da limpeza pública (garis) e Agentes de Trânsito do Município e dá outras providências.

Lei Municipal nº 390 de 18 de outubro de 2012 
Dispõe sobre a obrigação do Poder Executivo do Município de Alcântara, colocar placas indicativas nas estradas vicinais do Município e dá outras providências.

Lei Municipal nº 396 de 10 de janeiro de 2013
Dispõe sobre a denominação, emplacamento e numeração das vias e logradouros públicos e dá outras providências.
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PAIXÃO DE CRISTO - CULTURARTE

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 A família do O SERAFIM parabeniza A FAMÍLA CULTURARTE.
Somos gente em busca de algo mais... Sempre!
O grupo de teatro CULTURARTE comandado pelo jovem Haroldo Júnior está de parabéns! A encenação da PAIXÃO DE CRISTO realizada no último final de semana (sexta, sábado e domingo santo) e tendo como palco as ruas do centro histórico de Alcântara, comprovou o talento e a dedicação desse grupo de jovens. A população presente emocionava-se a cada ato da Via Crucis da Paixão de Cristo. Haroldo Júnior está fazendo um resgate da cultura alcantarense, pois o ato da Paixão de Cristo fazia parte da cultura de Alcântara na época colonial, onde temos até os passos da Paixão de Cristo (pequenas capelas) tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional, a sociedade alcantarense precisa dar sempre o apoio para movimentos culturais como este, já que o órgão local (Secretaria de Cultura do Município), que deveria ser o pilar para a sustentação de movimentos culturais, ausenta-se quando é procurado.

TODO O GRUPO ESTÁ DE PARABÉNS! Mostraram que nada é impossível quando se tem vontade forte.
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O GRITO DO SERAFIM

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Com a mudança da gestão municipal vários programas conveniados com o Governo Federal para melhorar a situação dos jovens alcantarenses pararam, e o pior ninguém dá uma explicação do por que aconteceu, o que vemos é tudo parado e os jovens desmotivados. Um grande exemplo é o programa PROJOVEM TRABALHADOR que vinha desenvolvendo bem e após a troca do gestor municipal, simplesmente parou e ficou por isso mesmo. 

A revisão cadastral é importante para verificar se as famílias mantêm as condições para o recebimento do benefício, entre elas a renda de R$ 140,00 por pessoa. Para fazer a atualização cadastral, a família deve levar os documentos comprovando renda, residência, escolaridade e dados pessoais de todos os seus integrantes. (E SÓ). O MDS – Ministério do Desenvolvimento Social informa aos beneficiários por meio do extrato de pagamento mensal do BOLSA FAMILIA, que precisam participar do processo.
No extrato, o ministério informa ao beneficiário a necessidade de procurar a gestão municipal para atualizar o cadastro. No entanto aqui no município de Alcântara as famílias estão perdendo este benefício por não conseguirem fazer o recadastramento. A Secretaria de Assistência Social  do município, responsável pelo recadastramento das famílias não está conseguindo resolver o problemas dessa famílias. Há sérias denúncias por parte das pessoas que procuram essa secretária em busca de fazerem seu recadastramento no programa, uma delas é que funcionários responsáveis pelo recadastramento estão exigindo dessas pessoas a senha pessoal do cartão bancário disponibilizado para o recebimento do beneficio junto ao banco. E ISSO ESTÁ ERRADÍSSIMO.

Existem muitas famílias alcantarenses, que não possuem alguma condição de manterem-se sozinhas, sem nem mesmo possuir abrigo, quem dirá comprar roupas, utensílios e nem mesmo comida, que é algo necessário para toda população conseguir sobreviver dia após dia, sem contar na falta de educação e possibilidades de ensino para estar parte da população. É urgente e imprescindível que a secretária de assistência social do município venha a restabelecer a normalidade do recadastramento dessas famílias. Não é justo que essas famílias venham a serem prejudicadas pela incompetência de funcionários responsáveis em recadastra-los.
O poder democrático é aquele que tem gestão, controle, mas não tem domínio e nem subordinação, não tem superioridade e nem inferioridade. É aquele que se constrói de baixo para cima, que estimula e se fundamenta na autonomia, independência, diversidade de pontos de vista e, sobretudo na ética- conjunto de valores ligados à defesa da vida e ao modo como as pessoas se relacionam, respeitando as diferenças, mas defendendo a igualdade de acesso aos bens coletivos.
Cidadão é o indivíduo que tem consciência de seus direitos e deveres e participa ativamente de todas as questões da sociedade.
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É PRECISO CONHECER, PORQUE É PRECISO CORRIGIR.

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Os alunos da zona urbana e rural do município de Alcântara precisam se submeter a uma verdadeira via crucis (debaixo de sol ou chuva) para chegar até a escola. É comum vermos na Ma. 106 ou nas estradas vicinais do município, alunos em romaria como se fossem peregrinos romeiros.
Além da vergonha e do escândalo moral que esta situação representa para a sociedade alcantarense, estas cenas demonstram que os fatores de agravamento da situação já estão atuando no presente. Com tantas carências em sua fase de “desenvolvimento”, as crianças de hoje serão adultos menos preparados para construir um futuro melhor.
Outro fator de preocupação, que agrava a situação presente e ameaça o futuro, é o grande índice de analfabetismo. Pobreza e miséria estão habitualmente ligadas à ignorância e analfabetismo. A falta de instrução compromete a renda pessoal e familiar, além de afetar o desenvolvimento geral do município.
O baixo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano no município é decorrente destes altos índices de ignorância e analfabetismo e, como consequência faz com que grande parte da população economicamente ativa de Alcântara seja mão de obra sem qualificação profissional. Sua produtividade é baixa e as condições salariais são péssimas, facilitando a exploração e dificultando a melhoria das condições de vida do alcantarense.
Esta situação de injustiça social vem sendo agravada também pela incompetência do governo no ataque às causas do problema, e pela corrupção, que coloca interesses pessoais acima dos interesses públicos.
Imensas somas de dinheiro são gastas em tentativas de minorar o sofrimento das camadas mais pobres. Mas, além de não atacarem os males pela raiz, tais tentativas esbarram sempre na incompetência dos governantes e nos gastos com repartições desnecessárias e funcionários ociosos. Isto, sem falar na corrupção e na desonestidade que desviam os recursos destinados aos mais necessitados, para o benefício de privilegiados corruptos.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos no Artigo 8º diz: “Toda pessoa tem o direito a receber dos tributos nacionais, COMPETENTES REMÉDIOS EFETIVO para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei”.
Ao distribuir PLACEBO (aparência de remédio, mas sem efeito de cura) aos estudantes, os gestores além de irem de encontro à nossa Constituição, estão indo também de encontro aos Direitos Humanos.
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