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sábado, 27 de abril de 2013

PALMEIRAS DESISTE DE RECURSO E ESTUDA TOUR PELO INTERIOR NA SÉRIE B

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O Palmeiras vai iniciar a Série B no interior de São Paulo. O clube já desistiu de reverter a pena imposta pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e faz os quatro primeiros jogos com o mando de campo na competição longe da capital. O estudo da diretoria agora é pela definição da sede. Existe a possibilidade de que os jogos ocorram em diferentes locais.

O Palmeiras já teve um recurso negado pelo STJD em fevereiro. A desistência também ocorre pelo pensamento dos dirigentes de que o clube vai conseguir bom lucro com um tour pelo interior.
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TORNEIO DE INVERNO

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No último domingo pelo torneio de inverno de Alcântara, jogou na primeira partida Raimundo Sú e Oitiua onde o time do Raimundo Sú passou por cima do Oitiua com o placar de 4x2. Já o segundo jogo do dia Peru e Mec ficou tudo igual, 1x1. Por esse torneio jogará no dia 1º de maio Japeú contra Real Madri e dia 04, sindicato x Tiradentes.

  A liga de desporto alcantarense com o patrocínio de Péricles Rocha estará organizando  um torneio relâmpago para a comemoração do dia do trabalhador, participarão oito times: Grêmio, Valencia, Grajaú, Cema, Juventos, Cajueiro I, Ajax e Ponte Preta. O Torneio do Trabalhador terá início no dia 27/4 e a final no dia 1º de maio, dia do trabalhador às 3;30 h – no campo velho (forte de São Sebastião), cada time participante ganhará uma equipagem.
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PARA RESPONDER À ADVOGADA DE CORINTIANOS, ITAMARATY CITA ATUAÇÃO DE DILMA A FAVOR DE PRESOS.

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O Governo brasileiro, desde o momento em que tomou conhecimento da prisão preventiva de doze brasileiros em Oruro, Bolívia, vem-lhes prestando assistência consular, com sentido de urgência e prioridade.

Por meio da Embaixada do Brasil em La Paz, o Itamaraty tem-lhes dado todo apoio, com empenho em assegurar o respeito aos direitos dos brasileiros detidos, inclusive no que se refere à garantia de condições minimamente dignas de detenção e ao adequado seguimento dos trâmites legais pertinentes. Além de prestar-lhes assistência jurídica desde o começo, a Embaixada mantém contato continuado com as autoridades bolivianas envolvidas (Poder Judiciário, Ministério Público, Autoridades Penitenciárias, Chancelaria e outros Ministérios). Diplomatas da Embaixada do Brasil em La Paz – inclusive o Embaixador – vêm fazendo visitas regulares aos detidos, algumas das quais em companhia de parlamentares brasileiros. Por meio das constantes visitas, os representantes brasileiros puderam, igualmente, verificar a necessidade de auxílios específicos (colchões, agasalhos, alimentos, material de higiene, medicação) e de encaminhamento de detentos com problemas de saúde para assistência médica. A Embaixada do Brasil em La Paz não é parte processual, nem tem competência legal para intervir diretamente no inquérito penal boliviano, que segue os trâmites previstos na legislação local. Recorde-se que, de acordo com o artigo 41 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro por meio do Decreto n.º 56.435, de 8 de junho de 1965, o Brasil compromete-se a não se imiscuir nos assuntos internos de outros Estados. A atuação do Governo brasileiro tem sido pautada, portanto, pela observância dos compromissos internacionais acordados pelo País, respeitando a soberania boliviana e a atuação do Poder Judiciário local, sem descuidar da prestação de toda a assistência possível aos brasileiros detidos. No limite de suas atribuições, a Embaixada tem realizado todas as gestões cabíveis para assegurar o encaminhamento satisfatório do caso.

Gestões políticas do mais alto nível vêm sendo realizadas junto ao Governo boliviano. Em 22 de fevereiro – dois dias, portanto, depois do incidente em Oruro –, a Presidenta Dilma Rousseff suscitou a questão com o Presidente Evo Morales em Malabo, Guiné Equatorial, onde estavam para a III Cúpula ASA (América do Sul-África). Em 02 de março, o Ministro Antonio de Aguiar Patriota enfatizou ao Presidente Morales e ao Chanceler David Choquehuanca, em visita a Cochabamba, a mais elevada importância que o Brasil atribui ao adequado tratamento dispensado aos brasileiros detidos em Oruro, à plena observância das garantias do direito de defesa, do devido processo legal e de condições dignas de detenção. Outras altas autoridades do Governo brasileiro também vêm mantendo contato continuado com autoridades bolivianas.

O Governo brasileiro repudia referências ao caso dos doze nacionais presos em Oruro para fins que não sejam a solução definitiva do próprio caso. Em Audiência no Senado Federal, em 04 de abril, o Ministro das Relações Exteriores afirmou que “nenhum cidadão brasileiro pode ser moeda de troca para coisa alguma”, em alusão à tentativa de vincular a questão dos brasileiros detidos em Oruro com outros temas da agenda bilateral com a Bolívia. Ignorar as circunstâncias políticas, diplomáticas e jurídicas que caracterizam a situação desses brasileiros em nada contribui para a solução rápida, eficiente e satisfatória do caso. O Governo brasileiro reitera aos familiares dos detidos que continuará a prestar-lhes toda a assistência possível e a velar pelo bom encaminhamento do caso.
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O GRITO DO SERAFIM

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O festejo do Divino Espírito Santo chegou e Alcântara se encontra em completo abandono para a recepção aos visitantes que chegam à cidade para esse evento cultural. Chegando por via terrestre ou marítima, a cena é a mesma: praças sujas e cheias de mato, ruas esburacadas, lixo por toda parte. Um dos atrativos de Alcântara, a revoada dos guarás está sendo substituído por revoada de urubus.

Será que ninguém irá tomar uma providência quanto a esse descaso?

A comunicação não acontece no vazio. Ela ocorre dentro de um contexto social, dentro de uma realidade cultural que confere significado e valor ao processo como um todo.
A situação ideal para a comunicação existe quando o receptor deseja ou necessita aquilo que o emissor pretende comunicar a ele. O alcantarense não pode ser uma exceção.
Se continuarmos a nos deixar pressionar pelas disponibilidades tecnológicas e pela urgência de sua incorporação, acabaremos nos convertendo em “ADORADORES DE ARTIFÍCIOS”, ou fazer como os Tapuios que, durante a invasão francesa e portuguesa, se puseram a adorar as velas das caravelas.

Comerciantes e moradores da rua Dr. Silva Maia, colocaram essa faixa em protesto a concentração de viciados  e ao comercio de entorpecentes nessa área próxima ao largo do Rosário.
Esperando que as autoridades competentes tomem uma atitude e que não surja uma crakcolândia, já que é grande a concentração de usuários ali. 
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ALCANTARENSE ILUSTRE

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INÁCIO DE VIVEIROS RAPOSO

Nasceu em Alcântara a 16 de julho de 1875. Filho do Comendador José Cursino da Silva Raposo e D. Maria Tereza de Viveiros Raposo.
Inácio de V. Raposo fez curso de Humanidade no Liceu Maranhense, seguindo a carreira de telegrafista, que abandonou, anos depois, para frequentar a Escola de Belas Artes, onde se diplomou. Formando-se mais tarde também em Filosofia.
Militou longos anos na imprensa, fundando no Maranhão o jornal A CAMPANHA e tendo sido, no Rio de Janeiro, redator do Jornal do Brasil.
Faleceu na capital da República, no dia 21 de julho de 1945. Deixou publicado: Protofonias (versos); Deus diante da Filosofia (filosofia); História de vassouras (história); Vingança de Amor (romance); Mestre Cuia (contos).
E em nome da HUMANIDADE (1º formação de Inácio de Viveiros), é que pais com filhos portadores de necessidades especiais aqui do município de Alcântara e que estudam na escola que leva o nome desse ilustre alcantarense, pedem para que a Secretária de Educação municipal providencie em regime de urgência o transporte escolar dos seus filhos. Já que, a própria nomenclatura “portadores de necessidades especiais”, justifica esse apelo de Direito.
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21 DE ABRIL, HOMENAGEM A JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER. “O TIRADENTES”

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Na segunda metade do século XVIII, a exploração de ouro em Minas Gerais começou a decair, afetando negativamente todas as camadas da população. A cobrança de impostos que era feita sobre o ouro foi mantida pela coroa portuguesa, mesmo sabendo que os mineiros já não tinham como pagar o "quinto" (cerca de 100 arrobas de ouro por ano). Apesar da pressão feita, a coroa arrecadou uma média de 60 arrobas por ano por explorador. Bem abaixo de como era antes. Por causa disto, o rei ordenou ao governador da capitania, Furtado de Mendonça, que executasse a chamada "derrama", a cobrança dos impostos atrasados. Estes impostos atrasados foram cobrados à força, com policiais, de qualquer cidadão mineiro. As contribuições eram feitas com base nos bens que cada indivíduo tinha, e era comum acontecerem casos de todos os bens de uma família ser tomados.

Foi em meio a essa crise que surgiu a Conjuração Mineira (ou Inconfidência Mineira), uma revolta contra a metrópole portuguesa. Os líderes dessa conspiração eram ricos mineradores, pertencentes à elite, e também pessoas ligadas ao setor militar, e da administração da capitania. O único representante dos pobres era Tiradentes, que mais tarde seria o mártir da revolta. A revolta foi baseada nos ideais do Iluminismo, através do conhecimento da independência dos Estados Unidos.

Os objetivos que a conjuração tinha eram modestos, pouco definidos. O principal era tornar Minas Gerais independente, proclamação de uma república, atrair investimentos estrangeiros para a instalação de fábricas, e a construção da Universidade de Vila Rica.

Os lideres da campanha não tinham uma ideia do que ocorreria com os escravos. Manter a escravidão era contra os ideais que pretendiam por em prática, porém, caso os libertassem, achavam que os negros tentariam assassinar todos os brancos e tomar o poder da região, já que era a maioria. Ao final da história, apenas os escravos nascidos no Brasil foram libertados.



Logo o governador tomou conhecimento da revolta, mandando suspender a cobrança da Derrama e prendendo os líderes revoltosos. As penas dos condenados foram muito fracas para os padrões da época. Justamente porque os líderes da conjuração eram ricos e militares - pessoas importantes. O único que não tinha qualquer importância, Tiradentes, foi condenado à forca.
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DIA DO ÍNDIO

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Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943, pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril. 
O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.
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