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sábado, 16 de novembro de 2013

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NO BRASIL

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clip_image002 A proclamação de Deodoro da Fonseca: o primeiro marco de nossa história republicana

No dia 15 de novembro de 1889, aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um país de regime republicano. Antes disso, nosso país era um império organizado a partir do rompimento dos laços coloniais com Portugal. A proclamação republicana foi resultado da ação de um grupo de militares, que se colocou contra o governo imperial que era liderado por Dom Pedro II.

A ação dos militares brasileiros realizou-se numa época em que os movimentos de oposição contra o império já aconteciam. No fim do século XIX, vários intelectuais e políticos acreditavam que o Império não era o melhor para o país. A ideia de um governo controlado por um imperador, portando muitos poderes, era entendida como algo que dificultava o desenvolvimento da nação.

Além disso, havia uma grande oposição ao governo imperial por conta do trabalho escravo. A escravidão era interpretada como um tipo de trabalho que impedia o processo de modernização de nossa sociedade, de nossa economia. Portanto, a escravidão deveria ser combatida. Contudo, esse mesmo regime era mantido pelo governo imperial. Com isso, muitos defensores do fim da escravidão também se transformaram em críticos do governo de Dom Pedro II.

Nesse conjunto de transformações, alguns militares engrossaram a fileira dos que não concordavam com o governo de Dom Pedro II. Após a Guerra do Paraguai, ocorrida entre 1864 e 1870, os militares brasileiros ganharam muito prestígio mediante a vitória do país nesse conflito. Valorizados pelo conflito, passaram a exigir maior valorização com melhores salários e a formação de uma carreira mais interessante. Na medida em que o império não cumpria todas essas exigências, importantes figuras do Exército passaram a se contrapor à ordem imperial.

Não bastando esse movimento, devemos destacar o problema surgido nessa mesma época entre o imperador e a Igreja Católica. No fim do século XIX, o papa havia decretado que os católicos envolvidos com a maçonaria deveriam ser expulsos da Igreja. O imperador, que era católico e simpático à maçonaria, acabou não seguindo essa exigência e impediu que os bispos brasileiros seguissem as recomendações papais.

Nesse período, essas tensões cresciam e a abolição da escravidão, decretada em 1888, acabou piorando a situação de Dom Pedro II. Os grandes fazendeiros proprietários de escravos se sentiram desamparados pela Coroa e também passaram a se voltar contra o rei. Nesse contexto de críticas e oposições, passou a correr um boato de que Dom Pedro II iria realizar uma grande reforma nas Forças Armadas, retirando da corporação os militares que se opunham ao Império.

Essa polêmica, alimentada ao longo do ano de 1889, acabou mobilizando um grupo de militares que exigiam a anulação dessa reforma. Alguns outros, já percebiam nessa oportunidade a situação ideal para impor a dissolução do Império Brasileiro. Foi entre essas duas propostas que o marechal Deodoro da Fonseca, líder do Exército, foi convocado para liderar a ação que deu fim à monarquia brasileira. No dia 15 de novembro daquele ano começava o regime republicano brasileiro.

A partir daquele momento, dava-se início a um novo tipo de governo político em nossa história. Na república, temos a organização de um governo que deveria dar mais autonomia aos estados e maior direito de participação política aos cidadãos do país. Apesar de esses serem os dois pilares do nosso regime, foram muitas ainda as lutas e transformações que viriam a garantir realmente essas duas mudanças em nossa realidade política. Ou seja, o 15 de novembro foi apenas um primeiro passo de uma longa estrada a se construir.

Por Rainer Gonçalves Sousa
Graduado em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG
Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG

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PEDIDO DE PROVIDÊNCIA

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Sala das Sessões da Câmara Municipal de Alcântara, Estado do Maranhão, 30 de outubro de 2013 O Vereador Eliosmar Martins (PECO) fez o pedido de forma regimental para que depois de lido na Câmara fosse encaminhado expediente ao Sr. Prefeito Domingos Santana, para as providências no sentido de encaminhar à Câmara Municipal de Alcântara, Projeto de Lei que, concede reajuste salarial a todos os servidores efetivos com lotação na Secretaria Municipal de Educação.

Outro pedido de providencia feito pelo vereador Peco ao Prefeito municipal foi no sentido de encaminhar à Câmara, Projeto de Lei alterando a Lei Municipal nº 327/2008 que, dispõe sobre o PCCS – Plano de Cargos, Carreira e Salário do Magistério.

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EM VOO, PRESOS DO MENSALÃO FORAM ALGEMADOS E PROIBIDOS DE CONVERSAR

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Nove dos condenados foram transferidos para Brasília, no sábado (16).
Justiça deve decidir nesta segunda (18) onde cada um vai cumprir pena.

Os nove condenados no processo do mensalão que tiveram a prisão decretada e foram transferidos para Brasília no sábado (16), viajaram algemados no avião da Polícia Federal e foram proibidos por agentes que os escoltavam de conversar uns com os outros, de acordo com reportagem do Fantástico. O uso das algemas chegou a ser contestado pelos advogados de defesa. A Polícia Federal alega que se trata de uma regra de segurança.
A aeronave da PF partiu de Brasília no início da tarde de sábado para buscar os condenados que tiveram a ordem de prisão decretada na véspera pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-ministro José Dirceu e o deputado licenciado José Genoino (PT-SP) embarcaram no jato em São Paulo. Os outros sete réus, entre eles o operador do mensalão, Marcos Valério, foram apanhados na capital mineira.

No trecho final da viagem, entre Belo Horizonte e Brasília, os nove presos sentaram-se nas poltronas das janelas. Ao lado de cada um deles estava um agente da Polícia Federal. Antes da decolagem, todos foram algemados.
José Roberto Salgado, ex-dirigente do Banco Rural, ficou na primeira fileira. Atrás dele, pela ordem, estavam Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério; Katia Rabelo, ex-presidente do Banco Rural; José Genoino; José Dirceu; Romeu Queiroz, ex-deputado pelo PTB; Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério; Ramon Rollerbach, ex-sócio de Marcos Valério; o operador do mensalão, Marcos Valério, foi quem ficou mais atrás.
A aeronave da PF que trouxe os detentos pousou em Brasília por volta das 17h45. Os presos deixaram o avião e ingressaram em um microônibus branco com vidros escuros. Somente às 19h o veículo deixou o terminal aeroportuário, escoltado por três carros da PF, em direção ao Complexo Penitenciário da Papuda. Para lá foram levados ainda Jacinto Lamas, ex-tesoureiro do PL, atual PR; e Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT. Os dois, que também tiveram as prisões decretadas, haviam se entregado à polícia em Brasília.
O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, também teve a prisão decretada mas continua foragido. De acordo com a família, ele foi para a Itália. O nome dele está na lista de procurados da Interpol, a polícia internacional.

Katia Rabelo e Simone Vasconcelos
As duas mulheres estão presas na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Elas foram transferidas da Papuda, que não tem área feminina, na noite de sábado.
Por enquanto, nenhum dos presos começou a cumprir a pena formalmente. O juiz titular da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, Ademar de Vasconcelos, recebeu as cartas de sentença dos presos neste domingo. Só com esses documentos ele pode analisar a situação de cada condenado e determinar onde cada um vai cumprir a pena, o que deve acontecer nesta segunda (18).
Os condenados em regime fechado devem ir para a ala 1 do presídio. Quem for cumprir a pena em regime semiaberto deve ir para o Centro de Internação e Reeducação, também na Papuda. As duas mulheres devem ir para um presídio feminino.

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sábado, 9 de novembro de 2013

SAUDAÇÃO CORUJINHA

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O Serafim vem parabenizar os alunos do curso de eletrônica na modalidade integrada (2013) que procuraram a redação do Serafim em busca da autorização do nosso editor para retomarem a publicação da Folha informativa A CORUJINHA. Esse informativo foi criado dentro do Campus Alcântara para a divulgação das noticias institucionais quando nosso Editor estava líder do Campus e titular do CONSUP/IFMA (Conselho Superior). A Corujinha foi precursora do Jornal Serafim e, para nós é um orgulho poder estar ajudando os alunos atuais do IFMA/Campus Alcântara a publicar novamente a folha institucional e tarem desenvolvendo suas ideias e talentos.

O serafim sempre estará fomentando o conhecimento e fica mais fácil quando encontra jovens dispostos a adquiri-lo. A VOCÊS IFETIANOS de Alcântara O SERAFIM SEMPRE ESTARÁ DISPOSTO A AJUDÁ-LOS... Boa sorte com a nova versão da CORUJINHA – Não deixem que a ferida da vida venha a castigar a ilusão dos seus sonhos!

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IFMA/ CAMPUS ALCÂNTARA SEM CREDIBILIDADE NO ENSINO TÉCNICO DE SEU ALUNADO

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O Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Estado do Maranhão (IFMA) há seis anos instalou uma unidade no município de Alcântara com a proposta de dar qualificação técnica profissionalizante aos alcantarenses.

Alcântara possui em seu território empreendimentos aeroespaciais com tecnologia avançada em todo desenvolvimento dos projetos em execução na Base de Alcântara, onde, a mão de obra usada pelas empreiteiras que executam os serviços estruturais desses projetos necessita que sejam especializadas.

“O Governo Federal ampliou as unidades dos IFTs em todo o Brasil, mas, muitas dessas unidades sofrem com a falta de profissionais preparados para desenvolverem essa atividade diferenciada de educação Técnica Profissionalizante”, e com isto, essas unidades não contemplam os anseios da população e das empresas que precisam de qualidade da mão de obra formada e ofertada para preencherem seus quadros de funcionários.

No caso do IFMA/Campus Alcântara, até hoje não mostrou para que veio. Irresponsavelmente e discriminatoriamente vem dando pedaço de papel ao alcantarense, dizendo que está dando formação técnica. A grande maioria dos formados nessa instituição volta como eram dantes ao castelo de Abrantes: quem era da foice, volta para a foice; quem era do remo, volta para o remo; quem dependia de pai, mãe ou avós, voltam a depender dos mesmos; outros mais voltam a ver navios passar na Baía de São Marcos. O que vemos é essa instituição preocupar-se todos os anos em quantidade de alunos. A qualidade na educação não é levada a serio, vindo os alunos sofrer todas as consequências desse descaso para com os discentes deste Campus, onde a evasão é crescente em todas as modalidades existentes na unidade. O principal motivo dessas evasões é a falta de motivação do alunado. A atual gestão do Campus não interage com as famílias dos alunos e muito menos com a cidade. O integrado onde todos os alunos são adolescentes, até hoje não houve uma reunião de pais e mestre para que possam estar discutindo o andamento da vida estudantil desses jovens, mostrando com essa atitude o descaso e a irresponsabilidade de zelar pela qualidade centenária que essa instituição possui no País em relação ao ensino técnico dos brasileiros.

O alcantarense está cansado de tanto esperar... Já espera há mais de 30 anos por melhorias prometidas pelo Gov. Federal quando da implantação da Base de Alcântara, agora terá que esperar quanto tempo para que o Campus Alcântara venha a contemplar com ensino de qualidade? Só lembramos que quem espera sempre alcança: A MORTE.

A problemática é tamanha que atinge até os professores e administrativos do Campus. Porém com tudo que está acontecendo, ou melhor, que não está acontecendo, os gestores tanto do Campus quanto do Município articulam a criação de um núcleo desse Campus em Raimundo Sú! Parece piada de cordel. Alunos tratados como animais ao serem contados por cabeça.

Alguns pais e responsáveis por alunos, sabedores da precariedade em que suas crias se encontram nesse Instituto começam a se articular para reivindica o que é de Direito e disponibilizado pelo Governo Federal: Educação de qualidade para seus filhos.

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“BALACÚBACO” DO BURACO!

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As ruas da cidade histórica de Alcântara que outrora possuíram buracos em algumas partes sofrem hoje com a perda de mando de campo nessa partida entre ela (a rua) e seu adversário (o buraco), e o pior é perceber que está perdendo a disputa também, pois antes os buracos estavam na rua, hoje é a rua que está no buraco. Da forma em que andam as coisas no município, quem está com a faca e o queijo nas mãos deve gostar muito de queijo suíço, ao deixar a cidade na fila do buraco, pois assim como a rua que possuía buracos, e hoje está nos buracos. A cidade só buraco poderá transforma-se em buraco e virar um “balacúbaco”.

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PRECARIEDADE DO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE

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Várias são as reclamações em relação à Unidade Mista Dr. Neto Guterres, unidade esta responsável pela saúde pública dos alcantarenses.

Diariamente O Serafim recebe denúncias e fotos da precariedade em que se encontram as instalações da unidade hospitalar. A falta de higiene é uma das mais preocupantes (matéria de outras edições do Serafim) e que continua a ameaçar os pacientes que por ventura precisarem, ou precisam de assistência médica naquela casa de saúde.

Uma acompanhante de paciente que precisou de atendimento médico esta semana naquela unidade procurou o serafim para relatar que a enfermaria feminina encontra-se com os ventiladores queimados e falta roupa de cama nos leitos (os pacientes têm que levar de casa), disse ela também que há sangue nas macas que ficam secos e ninguém aparece para limpá-los, baratas e outros insetos circulam livremente pelas salas e corredores, assim como pombos sobrevoam pacientes e funcionários cotidianamente. Agora era para ser assim? É claro que não! Principalmente em se tratando de Saúde Pública. Já é hora da comissão da saúde criada no início do ano na Câmara de Vereadores do Município, agir em defesa desse Direito Constitucional da população alcantarense em ter um atendimento adequado, pois ao procurarem tratamento de suas doenças estão é contraindo outras ou morrendo por falta de atendimento adequado e dentro das normas médicas hospitalares.

O descaso para com a saúde da população do município tem que acabar e, para que isto venha a acontecer, medidas urgentes terão que ser tomadas. Não serão resolvidos com o Programa Mais Médicos do Governo Federal que para cá já mandou duas médicas cubanas, serão mitigados se pelo menos essa unidade mista venha a funcionar de forma mais responsável para com a saúde da população.

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